Devido à nova gripe, academias do Rio desligam o ar e clientes reclamam
Abrir as janelas é medida preventiva e serve para arejar ambiente.
Alunos dizem compreender, mas sentem calor durante exercícios.
Para fugir da nova gripe, muitas academias de ginástica do Rio têm mantido seus aparelhos de ar-condicionado desligados. A recomendação nem sempre é compreendida pelos clientes, que reclamam do calor - a temperatura subiu nos últimos dias na cidade, o que aumentou o desconforto.
O Grupo OX, por exemplo, que possui academias de ginástica no Centro e na Zona Sul, mantém os aparelhos das unidades desligados. De acordo com funcionários, os alunos das filiais do Centro e Leme têm reclamado bastante do calor. A unidade de Botafogo, também na Zona Sul, fica no subsolo e não tem como desligar o ar-condicionado.
Já a Academia Body Tech, com 12 unidades espalhadas pelo Rio, não desligou seus aparelhos, mas faz limpezas diárias nos filtros e mantém as janelas abertas. Apesar de compreender a medida, alguns alunos admitem que o calor aumentou, principalmente nas atividades aeróbicas.
“O ar-condicionado daqui é forte, mas quando malho perto da janela fica mais quente”, conta a estudante Tatiana Pinho, de 19 anos, que frequenta a academia na hora do almoço.
A empresa também pôs à disposição álcool gel nas salas de musculação. Segundo o gerente da filial Botafogo, Bernardo Rossi, de 30 anos, as medidas preventivas começaram a ser tomadas há cerca de um mês, mas os próprios frequentadores já estavam cobrando.
Felipe Reis usa aparelho de musculação com janela aberta (Foto: Liana Leite/G1)
O aluno Felipe Reis, de 33 anos, também entende que as medidas são importantes, mas reclama do calor próximo à janela. “Alguns aparelhos de musculação ficam mais expostos ao sol”, explica.
Já as pessoas que frequentam o Espaço Stella Torreão, academia na Lagoa, Zona Sul, não reclamam do calor, apesar dos aparelhos desligados. O local também adotou medidas como colocar álcool gel nas salas, e manter janelas abertas.
Restrição também em cursos
Nos cursos de pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Botafogo, os estudantes também tem reclamado bastante do calor. De acordo com funcionários, as salas não têm ventiladores e as janelas não são suficientes para arejar o ambiente.
A volta às aulas foi marcada pelos cuidados especiais com a higiene, para evitar a contaminação entre os alunos. As janelas foram mantidas abertas, os alunos utilizam copos individuais em vez dos bebedouros e o álcool em gel se tornou artigo de primeira necessidade para evitar a contaminação pelo vírus A H1N1.
Antiviral infantil
De acordo com a Secretaria estadual de Saúde, os 380 frascos do antiviral oseltamivir líquido, produzido na segunda, pelo Instituto Vital Brazil, em Niterói, na Região Metropolitana, começou a ser distribuído na terça-feira (18) para quartéis dos bombeiros e UPAs. O medicamento pediátrico tem validade de 21 dias.
O remédio é um similar ao Tamiflu. Quatorze mil frascos devem ser entregues à Secretaria estadual de Saúde, que repassará o medicamento de acordo com a demanda dos centros de acolhimento da nova gripe.
Fonte: http://g1.globo.com/
Alunos dizem compreender, mas sentem calor durante exercícios.
Para fugir da nova gripe, muitas academias de ginástica do Rio têm mantido seus aparelhos de ar-condicionado desligados. A recomendação nem sempre é compreendida pelos clientes, que reclamam do calor - a temperatura subiu nos últimos dias na cidade, o que aumentou o desconforto.
O Grupo OX, por exemplo, que possui academias de ginástica no Centro e na Zona Sul, mantém os aparelhos das unidades desligados. De acordo com funcionários, os alunos das filiais do Centro e Leme têm reclamado bastante do calor. A unidade de Botafogo, também na Zona Sul, fica no subsolo e não tem como desligar o ar-condicionado.
Já a Academia Body Tech, com 12 unidades espalhadas pelo Rio, não desligou seus aparelhos, mas faz limpezas diárias nos filtros e mantém as janelas abertas. Apesar de compreender a medida, alguns alunos admitem que o calor aumentou, principalmente nas atividades aeróbicas.
“O ar-condicionado daqui é forte, mas quando malho perto da janela fica mais quente”, conta a estudante Tatiana Pinho, de 19 anos, que frequenta a academia na hora do almoço.
A empresa também pôs à disposição álcool gel nas salas de musculação. Segundo o gerente da filial Botafogo, Bernardo Rossi, de 30 anos, as medidas preventivas começaram a ser tomadas há cerca de um mês, mas os próprios frequentadores já estavam cobrando.
Felipe Reis usa aparelho de musculação com janela aberta (Foto: Liana Leite/G1)
O aluno Felipe Reis, de 33 anos, também entende que as medidas são importantes, mas reclama do calor próximo à janela. “Alguns aparelhos de musculação ficam mais expostos ao sol”, explica.
Já as pessoas que frequentam o Espaço Stella Torreão, academia na Lagoa, Zona Sul, não reclamam do calor, apesar dos aparelhos desligados. O local também adotou medidas como colocar álcool gel nas salas, e manter janelas abertas.
Restrição também em cursos
Nos cursos de pós-graduação da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Botafogo, os estudantes também tem reclamado bastante do calor. De acordo com funcionários, as salas não têm ventiladores e as janelas não são suficientes para arejar o ambiente.
A volta às aulas foi marcada pelos cuidados especiais com a higiene, para evitar a contaminação entre os alunos. As janelas foram mantidas abertas, os alunos utilizam copos individuais em vez dos bebedouros e o álcool em gel se tornou artigo de primeira necessidade para evitar a contaminação pelo vírus A H1N1.
Antiviral infantil
De acordo com a Secretaria estadual de Saúde, os 380 frascos do antiviral oseltamivir líquido, produzido na segunda, pelo Instituto Vital Brazil, em Niterói, na Região Metropolitana, começou a ser distribuído na terça-feira (18) para quartéis dos bombeiros e UPAs. O medicamento pediátrico tem validade de 21 dias.
O remédio é um similar ao Tamiflu. Quatorze mil frascos devem ser entregues à Secretaria estadual de Saúde, que repassará o medicamento de acordo com a demanda dos centros de acolhimento da nova gripe.
Fonte: http://g1.globo.com/

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